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Despesa impertinente

divisao

O corte acima é do “Repórter Diário” do “Diário do Pará”.

O governo do Estado acaba de anunciar rígida contenção de despesas, o que é necessário, diante da grave situação de desequilíbrio nas contas do Estado.

Nesta circunstância, permito-me sublinhar a impertinência da contratação acima anunciada: seria de maior proveito destinar o R$ 1 milhão a despesas mais prementes, como, por exemplo, colocar para funcionar algumas cadeiras de hemodiálise que estão encaixotadas em hospitais estaduais.

Não são estudos do Ipea que irão arrefecer o ânimo de quem deseja a divisão, mesmo porque, a cada estudo que apresenta dados desfavoráveis a esta, é possível apresentar estudos que revelam dados aconselháveis para que ela se efetive: eu já assisti esta película em mais de uma versão.

Se o governo deseja agir “de forma proativa” nas áreas que patrocinam a querela, não necessitaria pagar R$ 1 milhão para isto: bastaria começar a agir.

Ao cabo, este movimento que vai e vem em soluços regurgitantes só cessará quando se realizar aquilo que a Constituição da República garante, e que, aliás, foi a forma, no gênero, pela qual todos nós, com mandato, chegamos ao poder: consulta popular, neste caso, o plebiscito.

Comentários

  1. Vc sabia vai continuar nas mãos do PR, aquela que o governador disse em campanha que estava partidarizada. Vc sabia que além da ARCON, no acordo feito ontem, o PR ainda leva o IGEPREV, a SETER e a Escola de Governo. A pergunta - será governador que esses órgãos serão partidarizados?

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  2. Caro Dep.Parsifal,
    Diga para o Governador que o sentimento de separação só existe pq o Estado pouco ou não existe nessas regiões, os serviços são precários ou inexistentes. Portatanto, não é um Estudo que irá fazer a população dessas regiões declinarem desta posição e sim o fortalecimento do Estado com serviços de qualidade.
    E concordo com V.Excelência, é um gasto impertinente.

    Abraços

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  3. O perigo da partidarização no IGEPREV é a condução política na alocação dos recursos do fundo de previdência junto aos bancos....temos que ter muito cuidado para não acontecer o que, provavelmente, aconteceu na gestão do PT.

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  4. parsifal, há muito tempo não fazia um comentário, mas nunca deixei de vir aqui.
    Estou gostando da tua posição de apoio ao Jatene, mas de um apoio critico, que faz questão de não abrir mão das tuas posições.
    Não tens receio de isto inviabilizar a tua posição na ALEPA? Tu sabes que governos só gostam de elogios e assim tu vais de imcopatibilizar com quem acha que é o dono da verdade no governo.

    Judia

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  5. Isto é prioridade?

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  6. O Jatene pensa que o povo é idiota. Na realidade quem está dando as cartas no Estado é o Daniel Dantas. Esta história deste milhao para estudos é para ingles ver. O Dantas está cobrando a fatura. Ele quer é começar a explorar seus minérios que se encontram em suas fazendas no Sul do pará e na região do Tocantins. O Zenaldo também está levando o dele nesta história. Vamos aguardar, pois o Dantas aos poucos está se mostrando e o jatene se apequenando.

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  7. Isso é que prioridade!

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  8. Por que o Zenaldo nao cuida de trabalhar ao invés de gastar com bobagens

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  9. Pobre Escola de Governo, se livrou dos pastores, mas será que pode esperar alguma coisa desse novo arranjo partidário?

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  10. Quem mais se prejudica com o tamanho do Estado, gigantesco para o tamanho de nossa pobreza, é a população do Norteste paraense. Não fosse um paquiderme improdutivo, o Estado do Pará seria uma dos Estados mais progressivos da Federação, mas infelizmente relutamos em aceitar a idéia de criar Carajás e Tapajós. A Região Metropolitana e Nordeste paraense trabalham para manter os maranhenses e demais brasileiros expulsos de seu Estado que buscam nova vida em solo paraense e que vivem no Sul e Sudeste do Pará exigindo escolas, hospitais, asfalto, saneamento, policia, e tantos outros serviços públicos.

    Os argumentos do Zenaldo Coutinho tem forte apelo político mas é um discurso do atrazo, da escravidão, da ausencia do Estado.

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  11. Deputado Parsifal,

    Concordo com V.Exa.:"Se o governo deseja agir “de forma proativa” nas áreas que patrocinam a querela, não necessitaria pagar R$ 1 milhão para isto: bastaria começar a agir."

    Isso que o Zenaldo prega é mais uma desculpa para jogar o dinheiro público pelo ralo - entenda-se para o bolso de alguém - . Isso é um descalabro.

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  12. Caro Parsifal, mesmo estando na base da governança do atual governo, torço para que sejas crítico e coerente com os anseios do povo. Não há nada e nem muito menos alguém autosufiente. Aliás, já vemos a malandragem do governo e de outros políticos para se autolocupletarem. Marabá

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  13. O comentário abaixo foi transcrito da "caixinha de comentários" do Post "Se estranhando" do BLOG DO BACANA:

    "Anônimo disse...

    Zenaldo é "ZEN"!

    Calmo e tranquilo, ZENALDO não se abala por nada. Com desprendimento, compartilha com as pessoas a sua larga experiência pessoal e a sua visão correta da vida.

    Zenaldo ver a realidade como ela realmente é e apenas o que ela é, sem preconceitos e filtros acumulados na mente. Vive o presente e faz do momento o melhor, além de devotar completa atenção à presente realidade.

    Zenaldo é e sempre será "ZEN"!

    INTRIGA DE INVEJOSOS NÃO AFETA A POSTURA "ZEN" DO ZENALDO."

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  14. O Zenaldo pensa que tá "abafando" ao defender a integralidade do atual gigantismo de que padece o Pará inteiro. Até o ACRE, PIAUÍ e outros Estados brasileiros dez vezes menores do que o Pará, estão nos passando para trás em termos de desenvolvimento. O Pará sofre de "gigantismo crônico" ouviu Deputado Zenaldo. Sou paraense nato, meu domicílio é Belém, estou a par de tudo o que acontece dentro e fora do contêxto político do nosso querido Estado do Pará, portanto posso afirmar de cátedra - a sua divisão é inexorável para que junto com um ou dois Estados irmãos (terão muitos paraenses neles), já não será apenas um gigante a bradar por verbas federais, mas sim três, três Estados irmãos, vizinhos, com suas fronteiras abertas um para o outro para que entre o desenvolvimento. Pare com essa burrice política de querer se tornar o ARAUTO DO ATRASO e logo logo seus votos, milhares de votos, desaparecerão das urnas. Esse dinheirão aí já começa a gerar uma grande desconfiança de que seja o primeiro ato de uma ópera cablôca, para embolsar dinheiro público. Arranje outra Deputado, essa aí não cola mais e essa sua interesseira obstinação já está encenhendo o saco até de seus próprios eleitores. CHEGA DE PATRIOTADAS NO PARÁ! Olhe o exemplo do vizinho Tocantins, do Mato Grosso e etc.

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  15. Peço àqueles que tiveram os seus comentários não publicados (até agora 6), que os refaçam de forma respeitosa e urbana sobre o assunto. Não serão postados comentários com palavras chulas ou aqueles que desejam somente detratar uma, ou outra parte.
    O deputado Zenaldo Coutinho tem suas posições, sempre as colocou de forma clara, e os que pensam de forma diversa precisam respeitar isto.
    O debate é de idéias e conceitos: nada tenho contra o deputado Zenaldo.

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  16. Meu caro deputado, o admiro por sempre estar na vanguarda da tecnologia, em relação a outros blogs.Parabenizo-o pelo novo filtro de comentários que acaba de adquirir.Muito diferente do utlizado durante o governo da Ana Julia.

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  17. Concordo com seu pedido para reforma de comentários feitos sem urbanidades, sem respeitos, com palavras chulas ou detratações.Concordo que o Deputado Zenaldo Coutinho, tenha suas posições colocadas de formas claras.Mas no debate de idéias e conceitos, o novo Chefe da Casa Civil, não pode ser perdulário com o erário.Principalmente no momento que o Governador fala em contenções de gastos.O assunto não é tão premente, que necessite este desgaste para o novo governo e para os cofres do tesouro estadual.

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  18. O Brasil tem 26 estados e 1 Distrito Federal. O Congresso abriga 513 deputados e 81 senadores. Aqui, ao contrário dos EUA, a configuração aumenta se houver novos estados.

    Em média, a Assembleia Legislativa de um pequeno Estado, com 24 deputados, consome R$ 110 milhões ao ano.

    Na maior parte, os projetos de criação de estados são antigos e apresentam lacunas. Nenhum deles, por exemplo, inclui um estudo detalhado sobre a viabilidade econômica e os custos da medida.

    A criação de um estado pressupõe a existência de um novo Executivo, um novo Judiciário e um novo Legislativo. Todos devem ser dotados de completa estrutura física, como prédios, veículos e equipamentos, e administrativa - governadores, secretários, servidores, juízes, promotores, deputados e assessores.

    Não se coaduna com responsabilidade - sendo mesmo "lesa pátria" - o alto custo que novos Estados acarretam para a União e para as outras unidades federativas.

    Foi com essa preocupação que em 2008 a Câmara pediu ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) um estudo sobre o assunto a partir de projetos que tramitaram na Casa a partir de 1998.

    Eis a conclusão do IPEA: "As simulações realizadas mostraram que muitas das proposições de novos Estados carecem de fundamentação econômica, uma vez que os gastos estimados para alguns dos Estados propostos superam o próprio PIB do Estado a ser criado. Sugere-se que os novos projetos incluam avaliações econômico-financeiras das consequências das proposições, de forma que os legisladores possam ter ideias mais claras sobre as propostas em tramitação."

    O levantamento estima ainda em R$ 832 milhões o custo fixo anual para a manutenção de um novo Estado.

    Ante o exposto, parabéns ao ZENALDO e ao Governo SIMÃO JATENE pela medida, mesmo diante da gravíssima crise financeira herdada do governo ANA JÚLIA.

    Ademais, as propostas tampouco apresentam solução para um problema crucial:

    quem arcará com os custos do plebiscito?

    Respondo: O erário do Pará, possivelmente.

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  19. Os custos do plesbicito são da Justiça Eleitoral, com recursos da União, e não do Estado.
    O relatório do IPEA pode ser desmontado por qualquer aplicado aluno que tenha concluído o curso de economia e tenha lido, pelo menos, algum livro de geopolítica aplicada com atenção.
    Os custos para implantar qualquer unidade territorial devem ser cotejados com o retorno respectivo no tempo e as repercussões das mesmas inversões no território sem a divisão, e só assim avaliados, o que não faz o Ipea, porque o estudo foi encomendado com viés diferente.
    O valor de manutenção que você coloca é menor do que já é destinado às duas regiões que se querem emancipar e os resultados são vergonhosos, exatamente porque o Estado não consegue alcançar, nestas áreas, politicas consecutivas de desenvolvimento: apenas investimentos pontuais.
    Mato Grosso do Sul e Tocantins alavancaram seus índices para cima após a criação, e os respectivos territórios dos quais foram emancipados não sofreram qualquer prejuízo: todos os estudos feitos pelos que não queriam, lá, a divisão, diziam exatamente o que dizem os que se fazem aqui os que são contra, mas, os estudos não correspondem aos fatos.
    O que eu teclo, na verdade, é que os dois lados já têm estudos suficientes de institutos suficientes e não precisam encomendar mais nada: é chover no molhado e gastar dinheiro público com mesmices.
    Com esta atitude, só quem ganha são as instituições que fazem os estudos e eu, e você, pagamos as tintas para ler o que não vai convencer nem um e nem outro.

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  20. Informação relevante: os custos dessa pesquisa não vão sair do orçamento do Estado do Pará, mas sim do Governo Federal. O próprio Repórter Diário, hoje, corrige a informação. Daí que é preciso, por conta disso, rever o post e os comentários, a partir da crítica feita ao Governo do Estado pela prioridade de gastos nesse tipo de serviço. Quem conhece um pouco o governador Simão Jatene sabe muito bem que ele jamais autorizaria essa contratação num momento como esse, de extrema dificuldade financeira do Estado. daí que o governador vem repetindo sempre que dará atenção especial, principalmentge nesse momento, a setores vitais como saúde, educação e segurança.

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  21. Para restabelecer a verdade dos fatos, gostaríamos de esclarecer que o estudo que será realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre os virtuais impactos da divisão territorial do Pará na economia e nas finanças dos governos estadual e federal, caso fossem criados os estados de Carajás e do Tapajós, não será custeado pelo Governo do Estado do Pará.

    Quem pagará a conta de R$ 1 milhão pelo trabalho do Ipea será o próprio Governo Federal. O deputado federal Zenaldo Coutinho (PSDB), atual chefe da Casa Civil do governo do Pará, foi apenas o autor da emenda - apresentada ainda no ano passado - que propôs a realização da análise.

    Secretaria de Estado de Comunicação - Secom

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  22. Gostaria de saber qual é a experiencia administrativa de Zenaldo Coutinho? Nunca administrou nada, a não ser a Assembléia Legislativa, onde não se faz gestão mas conchavo. Seu irmão Guto largou a politica para cuidar dos negocios, este sim sabe administrar.

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  23. Sou jovem vigiense, quero a divisão do Estado. Perguntei para minha professora na escola onde fica o municipio de Santana do Araguaia. Ela me respondeu que fica no Estado do Tocantins, mas se não me engano é no Estado do Mato Grosso.

    Há mais de 40 anos a população de Colares pede a construção de uma ponte de 450 metros ligando o municipio de Colares à Vigia, mas a obra nunca sai porque não tem dinheiro. Hoje o Sul e Sudeste do Pará tem mais pontes que o Nordeste paraense.

    Se depender da proposta do Zenaldo Coutinho a ponte de Colares poderá ser construida em 2050.

    Aqui na Vigia vamos organizar a opinião publica para lutar pela divisão do Estado.

    A proposito Deputado, esse municipio de Trairão, é porque existe muita traíra peixe, ou porque os maridos traem muito suas mulheres. Ouvi falar também na localidade de Guarantã,é no Pará que fica essa cidade?

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  24. Parsifal, esse cargo de chefe da Casa Civil é aparadouro dos problemas do governo. Todos que exerceram essa função de certa forma se queimaram politicamente. Se ele estiver pensando fazer do cargo tranpolim para candidatura à Prefeitura de Belém está equivocado, a pressão sobre ele já começou com esse decreto de contenção de despesas atingindo em cheio o salario de fome do funcionalismo publico.

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  25. J'aime vraiment votre article. J'ai essaye de trouver de nombreux en ligne et trouver le v?tre pour être la meilleure de toutes.

    Mon francais n'est pas tres bon, je suis de l'Allemagne.

    Mon blog:
    Regroupement de credit ou rachat de credit surendettement

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