02/05/2017

Pensando bem…

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8 comentários:

  1. É um **** A boquinha dele não termina nunca Ah, sim Ele esqueceu de mencionar na sua raiva o gaz de pimenta

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  2. É verdade Parsifal, aposentadoria e direito trabalhista é boquinha de vagabundo... E gás lacrimogênio é pouco para estes vadios. Salve o Duce, Duce, Duce...

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    1. Não, não é verdade. Aposentadoria e direito trabalhista são garantias universais de qualquer democracia, inclusive a brasileira. E não há nas reformas nada que suprima essas garantias. Se houver, por favor, me diga onde está que eu vou no próximo protesto.

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    2. Olá Prparsifal, com todo respeito acredito que é impossivel lhe convencer já que o Sr. faz parte do Governo Temer e sabemos como ele trata os dissidentes, mas mesmo assim o Sr. poderia acessar este link, sei que é inutil mas cada um defende o que acredita ou o que lhe convém. http://www.infomoney.com.br/carreira/clt/noticia/6350342/reforma-acordos-trabalhistas-podem-suprimir-direitos-confira-pontos-principais

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    3. Mais argumentos, desta vez em matéria da Carta Capital. Sei que é inutil argumentar, mas fica o registro... http://justificando.cartacapital.com.br/2017/03/08/reforma-da-previdencia-prejudica-mais-as-mulheres-e-beneficia-os-bancos/

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    4. Impossível, segundo o dogma fundamental da teologia, é Deus morrer. Não devo nada ao Temer e ele pode fazer o quiser com a sua caneta. Tenho opiniões e digo-as quando as acho.
      Muito antes de serem encaminhadas as propostas de reformas da previdência e trabalhistas eu já pregava que elas eram necessárias, assim como a reforma política e a administrativa. Procure textos meus desde 1990 e encontrará isso.
      O endereço que você envia tem manchete clara, que você entendeu de forma equivocada: “Reforma: acordos trabalhistas podem suprimir 29 direitos; confira pontos principais”.
      A matéria não diz que a reforma suprime direitos, mas que as mudanças nas relações de trabalho poderão permitir que empregado/empregador possam suprimir garantias que continuarão asseguradas em lei, pois passar-se-á a adotar o princípio do “acordado sobre o legislado” que é o princípio adotado na maioria dos países cuja base legal é o direito consuetudinário.
      Esse ponto, aliás, embora seja saudável conceitualmente, é um dos que eu critico, pois da forma como está redigido causará uma enxurrada de ações judiciais, porque abre brecha para uma provável ditadura de acordos coletivos que, na prática, poderão extrapolar o conceito embarcado na lei.

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    5. Agora você está errado duas vezes:
      1.É um erro perder tempo com o que você tem certeza ser uma inutilidade para o seu intento. Causas inúteis são causas perdidas.
      2.A matéria a qual você se refere não demonstra nenhum direito suprimido na reforma da previdência. Apenas critica pontos que modificam a forma como o direito à aposentadoria é alcançado para determinadas categorias, e como foi escrita em 8.04, algumas críticas ali eram pertinentes. Mas o artigo hoje é impertinente porque o relator da reforma da previdência, exatamente ouvindo essas, e outras críticas, fez modificações, principalmente no que tange ao tempo acumulado para haver o benefício em cotejamento com a idade.
      Esse é problema: a maioria das pessoas que criticam e refutam as reformas, jamais leram o texto e se leram foi a proposta inicial, que o governo enviou cheio de colesterol, para ter espaço de negociação, deixando de acompanhar, modificação a modificação, como se estará o texto na hora da votação.

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    6. 1. No caso a certeza de inutilidade (momentânea já que interesses políticos/pessoais mudam com o tempo), se refere ao seu convencimento, já que este tema envolve interesses pessoais e políticos que podem interferir no julgamento e análise dos fatos, no entanto, por ser esta uma discussão pública, outras pessoas podem se beneficiar tomando conhecimento das opiniões pró e a favor das reformas. Se bem que a falta de legitimidade do Temer para impor à nação goela abaixo reformas tão importantes e um projeto político rejeitado nas urnas, torna a discussão de certa forma sem sentido pela falta de legitimidade do Usur... ops. presidente Temer para implementá-las.
      Por último para mim é um prazer participar de um bom debate e defender uma posição, independente de quem “vença” ou “perca”. Em um debate público como este “perder” ou “ganhar” é relativo e depende do observador, não existe vencedor, a não ser que uma das partes seja convencida e admita que esteja errada, como não é este o caso, não há vitória ou derrota, no máximo um impasse, sendo assim cabe a cada um que acompanha o debate tirar as suas próprias conclusões.

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