01/03/2017

Sonho de reis, de pirata e jardineira, pra tudo se acabar na quarta-feira

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“Pra tudo se acabar na quarta-feira”, composto por Martinho da Vila, foi o samba enredo da Unidos de Vila Izabel, no carnaval de 1984.

3 comentários:

  1. Parsifal. Passada a folia de Momo, voltamos à realidade dos nossos dias. Em face dos nossos crônicos e recorrentes problemas de infraestrutura, como no caso dos atoleiros homéricos em estradas federais aqui no Pará recentemente e da Transposição do São Francisco e ferrovias com construções igualmente paradas, depois de bilhões torrados, gostaria de saber da sua opinião, respeitado advogado que é, sobre o país incrementar o uso dos Batalhões de Engenharia e Construções do Exército, que têm notória competência para essas empreitadas, com a vantagem de seus custos estarem por volta de 30% abaixo das notórias construtoras encrencadas em tantas maracutaias.

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    1. Os Batalhões de Engenharia do Exército já fizeram trabalhos de abertura e manutenção de rodovias em todo o Brasil, principalmente na Transamazônica, mas a falta de investimentos no parque de equipamentos e o sucateamento dos equipamentos existentes acabaram por inviabilizar os serviços. Seria necessário reequipar os batalhões de engenharia com equipamentos e pessoal, para que isso fosse novamente viável.

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  2. Ora, caro Parsifal. É só alguém de juízo no governo fazer a conta. A diferença entre os preços das enroladas na Lava Jato e seus infindáveis Aditivos aos Contratos pagariam a conta sem atropelos. Ao que parece, e no Brasil não se deve duvidar de nada mesmo, há um lobby poderoso de empresas picaretas para abocanhar todos os contratos. Se vc pegar um BEC que fez seu respectivo trecho na Transposição do Velho Chico, já se começaria um trabalho. O que é preciso mesmo é o governo cuidar do dinheiro que nos pertence com o devido respeito. As coisas não são tão difíceis, quando se quer fazer o certo. É só olhar a Petrobras se reerguendo, o BNDES se saneando e as contas do governo federal entrando nos eixos. O que não dá mais é essa hipocrisia de querermos ser país de economia grande, com infraestrutura de quinta categoria. Use sua proximidade com o PMDB, nos ajude. O Pará não pode ser atravancado pela incompetência, falta de visão estratégica e complexo de inferioridade, que as coisas são assim mesmo...

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