09/08/2016

Tem 4 minutos aí?

A lógica e a própria estrutura desses eventos estão falidas à essência que antes se propunham: congregação metanacional.

Embora continuemos pagando por eles, longe se vão aqueles sentimentos olímpicos e tudo se transformou em um bilionário mercado de entretenimento, onde os atletas são os que mais suam e os que menos, quase nada, ganham, salvo alguns poucos que se provam muito, mas muito mesmo, acima da média.

Os jogos de 2016, embora de menor densidade e apelo popular, já saem ao Brasil mais caro que a Copa de 2014 e, embora sejam maravilhosos aos olhos de quem os vê, deixarão um legado menos conclusivo do que aquela.

Se valem o preço, cabe a você avaliar, afinal, você é quem paga a conta. Atente-se, ainda, ao fato de que 95% dos brasileiros que estão assistindo o espetáculo, o estariam vendo, da mesma forma, se as performances estivessem sendo evoluídas no Cazaquistão, pois o referido percentual não aprecia ao vivo, mas pela televisão.

2 comentários:

  1. se gastam dinheiro publico nessas olimpiadas, é uma má aplicação, eu penso. Ficar vibrando com conquistas de atletas é uma forma de cachaça.
    valeria mais a pena construir aeroportos de nivel internacional em regiões com potencial turistico. /há milhares de aplicações melhores para o dinheiro publico.
    Mas já vi uma pessoa ficar maravilhada com os enfeites e dizer que isso fazia ela ter orgulho de seu pais. Que gente!

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  2. A perfumaria faz parte da vida se ao gastarmos dinheiro nela não nos falte em algumas outras coisas mais importantes: saúde, alimentação, moradia, educação, porém, convenhamos: a nossa população em geral não faz essa reflexão,se fizesse esse fato " a olimpíada" não estaria ocorrendo.

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