01/12/2015

Nos tempos do engavetador-geral da República

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É verdade. Mas FHC se esqueceu de mencionar que a primeira delação premiada que cita o nome do senador Delcídio Amaral ocorreu em março de 2015, quando Paulo Roberto Costa delatou que Delcídio Amaral, quando era diretor de gás e energia da Petrobras, recebeu propina.

E quando Delcídio ocupou esse cargo? Em 2000 e 2001. E quem era o presidente da República nesse biênio? Fernando Henrique Cardoso, em cujo governo havia um procurador-geral alcunhado de engavetador-geral da República, porque arquivava todas as denúncias que recebia das supostas corrupções que ocorriam durante o principado tucano.

5 comentários:

  1. Presidente, vc está que nem os petistas. Sempre que aparece uma denúncia, lembram do FHC pra se justificar. Já foi, o hoje é o que importa no momento.

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    1. Não podemos esquecer o passado. Prescrição só existe no mundo jurídico. A história não prescreve. É sempre bom buscar seus trechos sempre que alguém arrota bafo de mentor moral da nação, quando os mesmos atos estão no currículo.
      Na política, o verbo errar sempre tem que ser conjugado na terceira pessoa do plural. O resto é torcida.

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    2. isso vale pra vc tb

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    3. Ah tá, então a desculpa é: eu vou roubar ( "errar" rs.) porque eles ( os ladrões do passado ) roubaram....só na cabeça do Parsifal mesmo. Porque os outros canalhas roubaram os que estão na mesma situação hoje de moralizar não fazem, muito pelo contrário, agem o mesmo jeito que os canalhas do passado com a justificativa de que os canalhas também roubaram. Para o Parsifal todos somos ladrões e devemos praticar o verbo roubar: eu roubo, tu roubas, ele rouba, nós roubamos, vós roubais, eles roubam....Parsifal que coisa feia!!!!!!

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    4. Por que você está se colocando no meio disso? Você, creio, não está nesse rol.
      Sim, os canalhas do presente se comportam do mesmo jeito dos canalhas do passado e os canalhas do passado, quando se colocam a arrotar moral no presente, além de canalhas são cínicos e as duas coisas juntas resultam em sordidez, que são os piores da espécie.
      Fazer no presente porque se fez no passado é justificativa de sua exclusiva responsabilidade: não coloque isso no meu texto pois essa letra não está lá. Justificativa é diferente de constatação e tanto os do presente quanto os do passado, assim como os do futuro, devem ser exterminados através dos mecanismos legais que começam a ser efetivados na República.
      Feio mesmo é estuprar um texto, violentando completamente o seu significado, apenas a título de fazer um comentário.
      O que está escrito, mesmo, é que o FHC é tão canalha quanto aqueles que ele deseja julgar com a sua sordidez.

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