01/10/2015

Não duvido, mas é uma boa ideia

Shot

É possível que o governo do Pará deseje estadualizar o trecho referido para, depois disso, conceder a exploração à iniciativa privada, pois é fato que o trecho, devido ao seu pesado fluxo, renderia ótimo retorno financeiro com a cobrança de pedágio.

Mas eis aí uma ótima ideia para o próprio Ministério dos Transportes proceder a licitação para conceder a outorga onerosa à iniciativa privada, que se comprometeria com as melhorias necessárias do trecho, pois da forma como o trânsito não flui na área é que não deveria ficar.

7 comentários:

  1. Não é atoa que a Dilma chegou no 69, depois de ficar de quatro pro PMDB.

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  2. http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/carajas-e-a-operacao-de-minerio-de-ferro-mais-rentavel-do-mundo-diz-vale

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  3. Planos Maquiavélicos I:

    O diagnóstico é coerente com a política das 'OFAPES' (Obras Faraônicas Pré-Eleitorais). Cada milhão recebido pela privatizadora renderia 200 mil cheques-moradia = 200 mil votos - o suficiente para turbinar a campanha de reeleição do 'prefeito pilha-fraca'.

    Planos Maquiavélicos II:

    É totalmente deplorável a esperteza de Simão Jatene no caso das 'aulas de reforço para os alunos da rede pública'. Vejo nessa 'iniciativa', tipicamente eleitoreira, um retrocesso cívico; porque além de terceirizar a atividade-fim da SEDUC, Jatene usará a verba da educação para uma empreitada que foge ao sentido de educação pública, e isso redundará em mau aproveitamento e fracasso nas ditas aulas de reforço.

    Aos pedagogos e professores, cabe estimular e orientar os jovens a tornarem-se estudantes e lhes repassar as modernos conceitos de aprendizado; mas se isso não está ocorrendo, não há como 'aplicar passivamente nas veias dos estudantes em alguns dias o saber que deixou de ser adquirido pela via clássica no tempo normal. Isso é uma tapeação muito semelhante a certos 'supletivos', com a diferença é que no ENEM a cobrança é real, e predominantemente compreensiva (o raciocínio subsidiado por um quinhão de experiência adquirida após passar o assunto várias vezes e por algum tempo).

    Oficial ou Pirata?

    O serviço público estadual está parado num tempo remoto passado em termos de ferramentas de gestão; o governador 'meia-sola' faz obras, contrata terceirizados, mas reluta em compreender que entre as funções de governador está a de desenvolver os recursos humanos próprios através de novas técnicas de gerenciamento de servidores de carreira. Ele prefere usar a folha de pagamento como mais uma bica d'água eleitoral distribuindo milhares de empregos temporários (em troca de votos é claro) sem nenhum tipo de seleção, senão o da 'peixada'.

    A contratação de professores de colégios privados para darem aulas de reforço (?) aos alunos do serviço público é a assinatura carimbada e reconhecida em cartório de uma 'certidão de fraqueza ou inanição da educação pública do Pará na era tucana'. É o fim da picada. Pergunta-se então o que vem a ser educação pública oficial e educação pública pirata? E em qual das duas o governador aposta?

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  4. Parsifal, não dá para voce avisar para este pessoal dos Barbalhos que a eleição já terminou e que eles perderam?

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    1. E quem lhe disse que quem perde tem que virar cúmplice de quem ganha?

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  5. Parsifal, não foi por acaso que o Governador Simão Jatene colocou na SETRAN o espertalhão Kleber Menezes, expert em ganhar dinheiro. Quando trabalhou na CDP, espertamente comprou terrenos em vários locais no interior do Pará a preços de banana e revendeu por milhões de reais para construção de portos exportadores. Quer aplicar o mesmo golpe no Ministério dos Transportes.

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  6. A tão desejada "estadualização" da rodovia federal , pelos tucanos, pode dar com os burros na estrada. Isso porque pende de decisão do STF o Recurso Extraordinário nº 645.181 RG/SC e que tem repercussão geral. Nele, os recorrentes, neles incluído o Ministério Público Federal, sustentam a inconstitucionalidade da cobrança de pedágio dos munícipes com praça de pedágio em área urbana, sem que haja via alternativa gratuita.

    Kenneth Fleming

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