01/07/2015

A Xiaomi decepcionou na estreia no Brasil

A Xiaomi, conhecida como a Apple chinesa, fez e aconteceu, aprovou a sua linha na Anatel, e disse que ia arrasar na estreia ontem (30), em São Paulo, mostrando a que vinha.

Todo mundo na maior expectativa pelo Mi Note Pro e o Mi 4, que seriam os matadores definitivos da linha Note da Samsung, entregando mais qualidade e hardware por menor preço, e ao se abrirem as cortinas tudo o que se viu foi o Redmi 2, um ching ling intermediário melhorado, que com preço melhor, entrega um pouco mais que as marcas já conhecidas no Brasil.

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Os geekers presentes ao evento sorriram meio assim, amarelados, e a imprensa especializada correu para perguntar ao comandante das operações internacionais da Xiaomi no Brasil, Hugo Barra, o que aconteceu.

Ele explicou, com ares de quem entende o que está fazendo, que a Xiaomi, se quisesse, chegaria mantando a concorrência, que não seria capaz de competir com aparelhos como Galaxy S6, iPhone 6, LG G4, et caterva, mas que um smartphone top de linha “ainda é caro para o padrão nacional”.

Quem sou eu para replicar ao senhor Hugo Barra. Agora eu fico matutando por que cargas d’água a Samsung, a Apple e a LG ficam trazendo os seus tops de linha, “ainda caros para o padrão nacional”, para o Brasil e vendendo todos eles.

Sorte da Xiaomi que não me contratou no lugar do Barra, ou eu ia cometer a bobagem de trazer todos os modelos para o lançamento e ainda os venderia, por um mês, a preço de custo, para mostrar à Samsung, LG e Apple que eu estava com tudo e não estava para prosa.

Agora também eu não quero mais trocar o meu Note 4 por um Mi Note Pro.

2 comentários:

  1. kkkkk
    E o pior é que eu já propagandeei a Xiaomi, baseado no seu post anterior sobre ela.

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    Respostas
    1. Eles têm ótimos produtos, mas não trazer os top para o Brasil foi um erro, creio eu.

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