10/11/2014

Os negócios da família

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Mas, dizem os áulicos, tanto a matança desencadeada pela execução do policial quanto a entrevista dada pelo governador sugerindo que todo mundo fique quietinho em casa, não ocorreram em Belém e sim em Tegucigalpa, a capital de Honduras.

8 comentários:

  1. Parsifal;

    Ele estava se referindo ao povo da favela.

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  2. Parsifal, leio o Diário desde o primeiro numero e ontem fiz um desabafo ao Gerson Nogueira via email dizendo que as eleições já terminaram e que não compraria mais o Diario pois para eles ainda estamos no periodo eleitoral e isto está acontecendo tambem com o seu Blog. Voces perderam e quem perde deve enfiar a viola dentro do saco e cair fora.

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    1. Eu não tenho viola (quem toca violão é o Jatene) e nem saco.
      Eu perdi a eleição e não o senso crítico e nem o direito de ter opinião e a liberdade para expressá-la.
      Não pense que quem ganha eleição tem o direito de passar uma mordaça em quem perde e nem ache que toda crítica ao Jatene agora é recalque de quem perdeu. Se você pensar assim, vai ficar reduzido à leitura de "O Liberal" e dos blogs que recebem mensalmente do governo para não critica-lo.
      Fique à vontade. Eu não sou mal educado para achar que porque você me faz uma crítica eu tenho que mandar você "enfiar a viola no saco e cair fora".

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    2. Só tem um detalhe ai deputado Parsifal; eu também gostaria que esse mesmo senso crítico tivesse sido aplicado na gestão do Hélder Barbalho quando o mesmo foi prefeito do município de Ananindeua, como também pelo Diário do Pará, mas todos nós paraenses sabemos que essa tal senso crítico que o senhor diz ter, jamais se aplicou e jamais se aplicará em uma administração Barbalho, portanto o senhor está usando de hipocrisia nesse caso; quanto a mordaça o senhor sabe muito bem fazer uso quando lhe convêm.

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    3. Para o senso crítico ser exercido sobre o Hélder e todos os demais barbalhos do planeta já há O Liberal a TV Liberal e o Jornal Amazônia: eu não tenho a menor condição de concorrer com eles.
      Hipocrisia seria eu negar aqui a minha ligação partidária. Ela sempre foi bem clara e todos os leitores do blog sabem disso, inclusive você, portanto a sua régua da hipocrisia serve para outros e não para mim: você sabe quem eu sou e não deve esperar de mim flores ao meus adversários e nem espinhos aos meus correligionários.
      As regras do blog também são claras quanto a liberação de comentários. Jamais foram moderados, mesmo que falem mal de mim ou de meus amigos, salvo se contiverem palavras chulas, pornografia ou acusações criminais, portanto, a sua acusação de mordaça a meu respeito também é graciosa.
      Aqui vencedores e vencidos podem ficar à vontade.

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  3. O Diário de Honduras sempre fazendo das suas!!!!!!!!!!!!!!!! Essa raça, leia-se Barbalho, ainda não desceu do palanque.

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  4. Esse é um grande problema no nosso país, mas não vejo como corrigir. Os partidos acabam sendo os atores em cena. Os filiados são "obrigados" a engolir a seco o que não lhes desce fácil. O nobre deputado pode até ter um senso crítico acerca de seu chefe maior, mas não vai se indispor com ele ou com alguém da família ou empresa dele. Isso se repete a nível nacional. Muitas pessoas que estão na base do governo Dilma até gostariam de pular fora do barco, mas não querem se indispor com sua liderança ou perder os privilégios de tal proximidade. É uma pena, pois por melhor intencionado que seja o governante, sempre esbarrará nos interesses partidários. Deputado, seria viável uma pessoa governar sem estar filiado a um partido?

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    1. Só conheço um país democrático no mundo em que no momento em que o presidente se elege tem que se desfiliar do partido pelo qual se elegeu: a Finlândia. E depois do final do mandato, não mais pode se candidatar a nada, como nos EUA.
      Mas mesmo que o governante não estivesse filiado a partidos, ele estaria composto em um grupo de poder que lhe daria sustentação, pois não é possível governar sozinho. A questão não são os partidos, mas os políticos.

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