08/09/2014

O Ibope terceirizado é confiável?

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Conversas de esquinas políticas supõem que o Ibope, quando faz pesquisas no Norte do Brasil, terceiriza os serviços de campo com uma empresa em Belém-PA. Esta suposta empresa seria passível de abordagem por interessados locais, para adulterar o campo dentro da margem de erro da pesquisa, que seria ajustada para o resultado correto, à medida que as eleições se aproximassem.

Nas eleições de 2010, o senador Mozarildo Cavalcante (PTB-RR) denunciou da tribuna do Senado a suposta manipulação de pesquisas do Ibope para beneficiar um candidato a governador do Amapá.

O então senador Papaléo Paes gravou o pedido de propina no valor de R$ 1 milhão, feito pelos pesquisadores que faziam o campo no Amapá, e entrou em contato com o proprietário do Ibope, Carlos Montenegro, que respondeu que o fato era possível de ocorrer, pois o Ibope, para fazer a pesquisa no Amapá, contratava uma empresa em Belém-PA. 

Abaixo o vídeo do pronunciamento do senador:

Pelo sim, pelo não, ou pelo talvez quem sabe, mesmo pelo que mais não seja,  melhor é uma iVeiga do que duas Ibope e uma Sensus.

20 comentários:

  1. parsifal vc nem e tendencioso!

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  2. já estas preparando o ambiente pra derrota que se pronuncia.

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  3. Só um maluco para acreditar que as organizações ORM divulgaria os numeros reais de uma pesquisa em que o candidato que leva o apoio do grupo está visivelmente atrás. 1% de vantagem para o Helder foi o máximo que eles fizeram para amenizar a real situação.

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  4. Parsifal me desculpe, mas isso já é conversa de perdedor; o Jatene já levou essa.

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  5. Faltou colocar a Doxa.....esse Parsifal é uma piada. Todos os institutos de pesquisa dão como certa a vitória de Jatene; só a iVeiga está certa.....acredite se quiser.

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  6. Vem pesquisa quente aí.

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  7. Deputado, nem o sr. acredita nas pesquisas do Edir Veiga. Se não acredita não as publique.

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  8. Francisco Marcio08/09/2014 22:40

    Na primeira pesquisa, olas ao Ibope. Na segunda idem. Com a aproximação da divulgação da terceira, somente agora Vossa Excelência lembrou desses fatos pretéritos? Vossa Excelência é experiente o bastante para saber que o resultado que se avizinha pode não lhe agradar...
    Por isso que esse fim de semana, estava eu a navegar com minha "canuinha" no Caripi e ouvir de um ex-secretário: "quando a campanha começou o Hélder estava uns 10 pontos à frente, agora o jogo virou... Preocupe-se Excelência: vais ficar desempregado...

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    1. Não, eu não lembrei: eu não sabia. Eu não sei que quadro se avizinha, apenas labuto: não faço ultrassonografia eleitoral.
      A única vez que trabalhei como empregado foi quando lecionei e, confesso, não gostei. Não de lecionar, mas de trabalhar empregado. E como eu já lhe disse, isso é uma das coisas com a qual eu não me preocupo. Saia desta tecla: tente outra coisa. Você tem imaginação suficiente para variar o que você imagina que me possa ser uma desdita.

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    2. O nobre deputado está afirmando que não trabalha empregado né? Pois é, esse é o problema dos políticos, acham que não tem patrão. É por isso que muitos perdem o emprego quando chega a eleição, por não respeitar nem mesmo o seu patrão, o povo.

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    3. Sim, estou afirmando que não trabalho empregado. Eleger-se deputado não é emprego, é mandato. Não, o povo não é meu patrão, alguns eleitores me elegeram para membro de um poder da República e devo exercer o mandato que me foi promulgado segundo o que determina a Constituição e o Regimento Interno do poder para o qual eu fui eleito. Sim, se eu não me comportar de acordo ao que determina a Constituição e às leis, não mereço ser reeleito.

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  9. No Pará candidato que acredita em pesquisa, está fadado a perder a eleição, pois, a anos a população mostra nas urnas resultado diferente das pesquisas eleitorais.
    Em 1990, no segundo turno da eleição, o IBOPE apontava que XERFAN ganharia a eleição, e o resultado foi JADER BARBALHO eleito e empossado.
    Em 1994, JARBAS PASSARINHO, cheio de popularidade no BRASIL, era apontado pelas pesquisas eleitorais, como o novo GOVERNADOR do Pará, deu ALMIR GABRIEL.
    Em 1996 a eleição para Prefeitura polarizou entre RAMIRO BENTES e ELCIONE BARBALHO, e as pesquisas só indicavam esses dois como futuros prefeitos de Belém, e no final deu EDMILSON RODRIGUES.
    Em 1998, na eleição para o SENADO, HÉLIO GUEIROS tinha até comprado o terno da posse, pois, as pesquisas apontavam que o Papudinho, estava na dianteira, e no final que foi para o SENADO foi LUIZ OTÁVIO.
    Em 2002, para o GOVERNO, ADEMIR ANDRADE, estava firme na frente, e as pesquisas indicavam que ele iria para o segundo turno, e foi para o SEGUNDO TURNO, a desconhecida Maria do Carmo com o Simão Jatene.
    Em 2006, ANA JÚLIA, que havia perdido a eleição para Prefeita, estava desacreditada, e as pesquisas não eram boas para ela, e no final virou para cima do ALMIR, e ganhou.
    Em 2008, na véspera da eleição para PREFEITURA DE BELÉM, o IBOPE dizia que iria para o SEGUNDO TURNO, VALÉRIA PIRES FRANCO, e quem foi para o segundo turno, foi o PRIANTE.
    Candidato, esqueça de pesquisa e vai atrás de voto, que pesquisa não ganha voto.

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    1. As pesquisas de próximas da eleição acertaram, a sua informação esta equivocada, cheque!

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    2. Senhor Marcio, se o Jader Barbalho no passado chegou a ser governador do Estado do Pará, mesmo com o instituto de pesquisa mostrando que não o seria, hoje posso lhe afiançar, que o mesmo ou qualquer um que venha dessa família, independentemente do resultado que venha de qualquer instituto de pesquisa, eles (os Barbalhos ) jamais terão chance de serem eleitos a qualquer cargo que os mesmos postularem, em razão da ficha corrida de todos eles.

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    3. É, ótimas lembranças, mas a dupla PT-PMDB está eufórica com as pesquisas que mostram o Helder na frente, estão certos da vitória, não por convicção, mas força do resultado das tais pesquisas. Me perguntaram ontem, quem ganha essa eleição? Respondi: Isso é que nem RExPA. Só saberemos depois da apuração. rsrsrsrsrsrs

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  10. veiga ta fazendo confusão

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  11. Não sei por qual motivo não fazem pesquisas via telefone no Brasil. Nos Estados Unidos, em meses próximos da eleição, todo dia sai pesquisa nova: sempre feitas por telefone. E não vale dizer que, por ser um país mais pobre, o Brasil não tem telefone suficiente: qualquer um aqui em celular, até mais de um por pessoa. Pesquisa via telefone seria muito mais barata, fácil, rápida e variada de se fazer.

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    1. Amigo (a), moro em Uruará - Rod. Transamazônica, e ontem eu fui entrevistada numa pesquisa para a Presidência via celular, através desse número 041-2169-1760.

      Lua

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  12. Nestas eleições existem pesquisas para todos os gostos e sabores. Tanto as Quali, como a Quanti. Mas no estado do Pará é muito complicado mensurar com fidelidade. É claro que cada candidato puxa brasa pra sua piramutaba. Mas todos sabemos que dos 4 milhões e 300 mil eleitores cadastrados, 1 milhão e meio de eleitores não votarão em niinguém. Essa é a dura realidade. Aqui no estado do Pará, parece que o voto é facultado. Valendo, mas valendo mesmo: Ganha o candidato que mais levar eleitor às urnas. O resto é ilação dos institutos de pesquisa.

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  13. Francisco Sidou09/09/2014 15:28

    São eloquentes os exemplos citados pelo Marcio Vasconcelos. O problema é que se elegeu a pesquisa como uma espécie de pitonisa do mercado. A terceirização do IBOPE favorece certas peculiaridades regionais, onde se pode levar em conta algumas "traquinagens" dentro da margem de erro, logicamente. Creio que subestimam a inteligência do eleitor, os que consideram o determinismo das pesquisas na escolha dos candidatos. Data venia dos doutos cientistas políticos e sociais de gabinete, o eleitor é mais esperto do que supõem em sua vã filosofia e notório saber acadêmico.

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