09/08/2014

SeMOB esclarece que os abrigos do BRT não são propriedade da Prefeitura de Belém

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A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (SeMOB), na postagem “A desídia seria uma forma de corrupção?”, comentou que “os abrigos exibidos pela reportagem são propriedade privada da empresa Andrade Gutierrez e em nada têm vínculo com a prefeitura municipal de Belém”.

Abaixo a nota de esclarecimento da SeMOB sobre o assunto:

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“A Prefeitura de Belém, por meio da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém, informa que os abrigos exibidos pela reportagem são propriedade privada da empresa Andrade Gutierrez e em nada têm vínculo com a prefeitura municipal de Belém. O modelo, aos moldes dos abrigos de Curitiba e, por isso, inadequados ao clima de Belém, não foi aprovado pela Prefeitura de Belém nem pela Caixa Econômica Federal, financiadora do projeto, por isso foi retirado ainda em outubro em 2013 pela empresa sem ônus algum à prefeitura, portanto sem prejuízos aos cofres públicos. O processo de retirada foi inclusive acompanhado pela imprensa (veja, por exemplo, link do G1 http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2013/10/semob-retira-paradas-de-onibus-implantadas-no-trajeto-do-brt.html).

Os novos modelos de abrigo mais condizentes com o clima de Belém foram apresentados em audiências públicas realizadas em janeiro deste ano e serão licitados apenas quando o trecho do BRT Augusto Montenegro estiver concluído e os ônibus do BRT forem licitados, com previsão de até 2016.

Como os abrigos são propriedade privada da empresa, a Prefeitura de Belém, portanto, não pode se pronunciar sobre o destino dado a eles pela proprietária dos equipamentos.”.

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10 comentários:

  1. Esse truque é velho e não engana nem o beato Salú.

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  2. Essa SEMOB chega ser uma comédia. Mas Parsifal, e as pesquisas de intenção de votos no Pará? Nao vai sair? Ta um silencio? Da Dilma sai toda semana, quando a imprensa e grandes empresários manipulam e influenciam em cada uma delas, tirando, em doses homeopáticas, pontos da Dilma e passam para o travado Aecio.

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  3. Entao Parsifal vamos pedir que a PMB ou o TCM mostrem as planilhas de medicoes da epoca do Duciomar para vermos se realmente essas paradas nao foram pagas, o que eu Duvido....

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    1. É uma hipótese, mas francamente eu não creio que a Semob tenha sido capaz disso, pois seria crime de falsidade ideológica de quem assinou a nota.

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    2. Falsidade ideologic achoque nao cabe aqui, e sim improbidade administrativa e criminal pois se as notas foram medidas e pagas alguem atestou a entrega dos servicos, entao o material deveria ser entregue e instalado na obra... como eu acredito que tudo que a Andrande fez mediu....porque nao ia fazer de graca pra PMB..... entao as paradas foram pagas sim e agora cabe ai outro tipo de crime pra administracao publica.....

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    3. A falsidade ideológica referir-se-ia apenas a quem assinou a nota de esclarecimento, caso essa não correspondesse à verdade do que nela se lavrou.
      Mesmo que as paradas tenham sido pagas, não caberia a improbidade, pois elas teriam sido entregues: estão lá para serem vistas.
      A questão aí é objetivamente de desídia para com o bem público. Mas, volto a afirmar, não tenho motivos factíveis para não crer na nota de SeMOB.

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  4. Dep. Parsifal. Vc poderia explicar a seus leitores o motivo pelo qual o portal G1 da globo tem publicado pesquisas para governo de quase todos os estados e nada sai do pará ou o nosso estado não é mais BRASIL! Forte Abraço

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    1. A grande imprensa sempre privilegia o Sul e Sudeste nas coberturas jornalistica e eleitorais. Depois de lá, fazem uma rodada pelo "resto do Brasil".
      Na campanha passada para governo (2010), a primeira pesquisa Ibope publicada no Pará foi em 30 de agosto.

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  5. E as pesquisas para consumo interno como andam Deputado?

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    1. Todos os candidatos dizem que estão ótimas. Mas o governo, creio, está apertado, pois se estivesse folgado já teria publicado uma.

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