10/07/2014

Romário detona, em nota, dirigentes da CBF e os clubes brasileiros

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O deputado federal Romário (PSB-RJ), um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, conhece as alcovas do futebol nacional, e tem sido um severo crítico da tal cartolagem que se apropriou dele.

Na esteira da acachapante derrota da seleção brasileira para a Alemanha, Romário abriu a caixa de ferramentas contra os cartolas.

Opina que “vivemos uma crise no nosso esporte mais amado, chegamos ao auge dela. Acha que isso é problema só dos jogadores ou do Felipão? Nem de longe”, declara Romário, para em seguida sapecar que “nosso futebol vem se deteriorando há anos, sendo sugado por cartolas que não têm talento para fazer sequer uma embaixadinha”.

Romário sopesa a minha opinião de que o governo jamais deveria ter metido a mão no bolso para patrocinar a Copa: “Porque não se iludam, futebol é negócio, business, entretenimento e move rios de dinheiro.”.

Passeia pela malversação dos recursos desse business: “Em 2012, eu apresentei um pedido de CPI da CBF, baseado em uma série de escândalos envolvendo a entidade, como o enriquecimento ilícito de dirigentes, corrupção, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e desvio de verba do patrocínio da empresa área TAM”.

E, lá pelo meio do texto, desboca-se para o rés do chão: “o presidente da entidade [CBF], José Maria Marin, é ladrão de medalha, de energia, de terreno público e apoiador da ditadura. Marco Polo Del Nero, seu atual vice, recentemente foi detido, investigado e indiciado pela Polícia Federal por possíveis crimes contra o sistema financeiro, corrupção e formação de quadrilha. São esses que comandam o nosso futebol”.

E arremata: “Marin e Del Nero tinham que estar era na cadeia! Bando de vagabundos!!!

E sobra para os clubes: “Gestões fraudulentas, falta de investimento na base, na formação de atletas. Grandes clubes brasileiros estão falindo afogados em dívidas bilionárias com bancos e não pagamentos de impostos como INSS, FGTS e Receita Federal”.

E fecha o texto com a constatação de que o tão cantado legado da Copa não existe: “Eles levarão a taça e nós ficaremos com nossos estádios superfaturados e nenhum legado material, porque imaterial, mostramos para o mundo que com toda nossa dificuldade, somos um povo feliz.

Para ler a nota completa clique aqui.

2 comentários:

  1. É isso. Romário tem toda a razão do mundo. A seleção da CBF é fraca e pálida.

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  2. Tudo verdade, mas ele esqueceu de dizer que para se eleger Senador, abraçou um dos campeões brasileiros de processos por improbidade administrativa.

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