19/07/2014

Após denúncia, a Setran inicia os trabalhos de recuperação da ponte Moju Alça

Após a postagem do facebooker Djwan Gogh, aqui repercutida, sobre as condições de algumas estacas de sustentação da ponte “Moju Alça”, (foto) a Secretaria de Estado de Transportes tomou tento e começou a tomar providências para remediar o que não foi prevenido.

ponte

A Setran informou que o “procedimento é preventivo” e que a análise técnica “não encontrou qualquer comprometimento grave na estrutura da ponte”.

O procedimento não é preventivo coisa nenhuma: as estacas estão descascadas na linha d’água e o procedimento é para remediar o que não foi prevenido. De fato o comprometimento não é grave: grave é a desídia da Setran em ter deixado a situação chegar a esse ponto.

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Contribuiu para o ponto a que se chegou, a total falta de manutenção preventiva e o desleixo a que se legaram as pontes da Alça Viária. As defesas dos pilares, por exemplo, estão inutilizadas, foram removidas dos pontos de proteção e encostadas na margem do Rio Moju, mas, diante da denúncia, a Setran informou que “os flutuantes de proteção dos pilares também já estão sendo recuperados”.

7 comentários:

  1. Isso é culpa do deputado Chicao, do PMDB, seu correligionário que ficou dois anos na setran e era um zero à esquerda, não sabia realmente o que fazer. Nem como fazer. A não ser ....

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  2. Meu caro dep.parsifal. Você poderia dizer-me se o IBOPE divulgará alguma pesquisa para Governador do Estado por estes dias. Forte abraço

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  3. O papel da imprensa é justamente esse, denunciar para que o problema se torne público e o governo fazer o que tem que ser feito. Uma pena que nesse caso a função da notícia é mais atacar o governo do que pensar na segurança da população.

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    1. Pois é... O governo não deveria ter sido atacado e a ponte poderia vir a pique sem problemas.

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  4. Bom mesmo saber que uma simples postagem no Facebbok teve toda essa repercusão, tendo espaço até mesmo em um dos grandes telejornais do estado.
    Se deram um tom mais político ao fato, acredito que seria quase inevitável. Mas é inegável o descompromisso da autoridade responsável pela manutenção do bem público e o fato de que acabou sendo necessário essa repercussão para que se fizesse algo.
    Nessas bandas tropicais, os governos estão muito distantes da população. Há anos-luz, eu diria. Por que não se aproximar mais usando o Facebook mesmo? Olha o exemplo da página Prefeitura de Curitiba. O tom descontraído da página, mas formal quando se é necessário, a fez um sucesso.
    Desculpe o pessimismo, deputado, mas por aqui essa iniciativa não seria planejada sem antes analisar se traria algum dividendo político-eleitoreiro.

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