20/03/2014

O torto por linhas tortas

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A desobediência a uma determinação judicial cessou, mas o princípio da moralidade continua suprimido. Aliás, o princípio da moralidade foi mais uma vez afrontado pelo MPE.

Imagine que um político está sendo processado por lesão corporal. Esse político se elege deputado federal e, com o apoio dos seus pares, aprova uma emenda ao Código Penal descriminalizando a lesão corporal. Pronto, estaria resolvido o seu problema.

Mas eu volto a dizer que pensava que apenas os políticos faziam estas coisas…

4 comentários:

  1. Manda quem pode obedece quem tem juízo. O concurso da SEFA, por força desse proibição do TJE provocada pelo próprio MPE, foi a UEPA "promotora" do concurso, e deu no que deu, muitas questões anuladas, respostas às provocações das questões sem o mínimo nexo, com a licença da palavra, uma M, agora quando é por vontade do MPE,..........

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  2. 21:34,concordo contigo e os concursos das policias civil e militar no Estado também foram bastante tumultuados. É uma vergonha o MPE por em prática o adagio popular "Faz o que eu mando, não faz o que eu faço". Ora, se o MPE entende que não há ilegalidade em contratar sem licitação, por que proibe os demais órgãos de fazê-lo e até ameaça processar quem descumprir essa proibição? MP, cumpre a poibição que impuseste, ou libera geral, é mais digno e ético.

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  3. Agora sabem por que nada "colar" no PSDB. O Governo e o MPE caminham de braços dados. Onde está o "Paladino da Justiça", o Procurador Nelson Medrado?
    Correr atrás de Político bandido pode, mas de Promotor banido não pode.

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  4. A pergunta que eu faço: O que a PGE tem haver com esse imbróglio? Qual o interesse do Governo Tucano do Pará nessa patuscada?

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