18/11/2013

Juntos, mas não misturados…

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A frase é do ex-presidente Lula, quando ligou, na sexta-feira (15), a José Dirceu e Genoino, para se solidarizar com ambos, que seguiriam em horas para o cárcere.

Nessas coisas é preciso ficar junto, mas é preciso cuidado para não se misturar, e esse cuidado Lula sempre teve tanto, que nem a "Teoria do Domínio do Fato" o alcançou.

17 comentários:

  1. Parsifal, a ex-governadora Ana Júlia publicou em seu facebook chamada para manifestação contra o Presidente do STF, Joaquim Barbosa. Os petistas piraram de vez!!!!

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  2. Parsifal foi não, ele o Lula ligou foi pra dizer aos mensaleiros petistas, que logos logos os outros companheiros que foram pegos na escuta telefonica, no escandolo dos auditores fiscais logo logo se misturavam a eles.

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  3. Verdade seja dita: sempre estiveram juntos...

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  4. Parsifal;

    Ano passado procurei o DANE - órgão da prefeitura de Belém que cuida dos cemitérios de Sta. Isabel e São Jorge - para acompanhar um processo de transferência de cessionário de sepultura. Típico de funcionário público (sei disso porque sou um) me disseram que a transferência só seria possível viia Alvará Judicial, e que depois eu poderia averbar as pessoas que, não sendo cessionárias, poderiam fazer uso do túmulo.

    De volta da justiça, após gastos com advogado e taxas, mas com o Alvará debaixo do braço, procurei o DANE e o que falam agora é diferente. Não precisa mais de Alvará Judicial, mas a averbação das pessoas - esta sim - só é aceita se for via judicial. O tempo todo que permaneci no setor jurídico do DANE, em vez de explicações consistentes, ouvi insinuações as quais penso que tinham a ver com a nóia da comercialização de concessões (no Brasil todos são corruptos até que se prove o contrário). Em certo momento argumentei se sou só eu a viver neste mundo com uma namorada há mais de 15 anos, sem nunca termos sido obrigados a casar ou formalizar união em cartório? Afinal a prefeitura de Belém acabou com a burocracia da "judicialização do enterro" ou apenas está trocando de setor (ou de sala)? Acaso é lógico pensar (como eles), que o Alvará Judicial é dispensável pois o cessionário pode enterrar ali quantas pessoas queira (sem nenhuma burocracia) - desde que esteja vivo na ocasião de todos estes enterros. Me parece que isso só é possível se ele for algum dos descendentes diretos de Matusalém.

    Em suma: vivo, você pode enterrar no "Sta. izabel" até um ET; mas não pode garantir que pessoas queridas, como uma enteada ou a sua mãe de criação tenham o mesmo direito depois da sua morte. Só um juiz para resolver isso.

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    1. É exatamente o que você qualifica: a judicialização do enterro. Quando você for ao Judiciário, para efetivar a cessão, será necessário um inventário, no qual quiçá, você gastará mais do que o valor da sepultura.

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    2. Parsifal;

      O juiz não julgou necessário, pois havia desistência expressa dos poucos descendentes. O problema é que a Lei Municipal que trata desta matéria, na prática não resolveu nada.

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    3. Você tem o número da lei municipal? Se tiver, por favor me informe, para que eu passe a um vereador do PMDB no sentido de tentar emendá-la para facilitar esse tipo de procedimento.

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    4. Qual o número da lei?

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    5. Parsifal;

      Infelizmente não tenho, mas dizem que foi de 2012.

      Os cemitérios estão precisando de uma boa administração municipal. O DANE devia dar mais atenção aos "ratos-de-cemitério" - principalmente aos do esqueminha do "quebra-e-conserta-sepultura", que já está demais. Tem muita gente dizendo por aí que não é gatuno descuidista que faz isso, mas os próprios interessados nos consertos.

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    6. Ok. Vou passar para um vereador para ver se ele consegue isso.

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  5. Ouve interceptação telefônica para comprovar a frase dita por Lula?

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    1. Eis uma ótima pergunta para ser feita à Agência Estado, que pautou a matéria que foi replicada em todos os jornais do Brasil.
      O ex-presidente não desmentiu o telefone, todavia.

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  6. Olá Parsifal, comentando a declaração do Lula sobre os petistas presos, um vez você comentou entre correligionários que amigo não tem defeitos, seguindo este princípio você não acha que o Lula ao dar apoio moral aos seus amigos em desgraça, não está na verdade sendo solidário aos amigos aos quais não se acha no direito de julgar?
    Sem o peso e a responsabilidade da faixa presidencial, não terá o cidadão Lula o direito de expor a sua opinião e a sua solidariedade aos amigos, sem a obrigação de julgar e condenar?
    E a pergunta que não quer calar: Onde estão os ''outros'', acreditam muitos que a sociedade não estará atenta à impunidade de tantos outros cujos processos jazem engavetados no STF à espera da prescrição?
    O julgamento do mensalão petista não é o fim, e sim o início de um processo de consciência política e cidadã que acredito será bem mais amplo do que muitos que apostam na eficácia da tática do boi de piranha acreditam.
    Começa agora uma guerra, que como todas as guerras, todos sabem como começa, mas ninguém sabe como termina.

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    1. Sim. Ele tem o direito e o dever de amizade e correligionarismo de ligar e ir, sempre, visita-los. É isso que eu faria se algum amigo meu se visse em situação similar.

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    2. Ele não devia só ir visitá-los. Devia também cumprir a pena junto. Chega de peninha para com o retirante que se tornou o poderoso chefão do mensalão...

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    3. Vamos ver se entendi, o Lula continua sem saber de nada , mas é solidários aos amigos???????

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